Pode alimentar meus peixes? Tenho estado sem tempo. É só clicar, eles seguem a seta ♥

Quem sou eu

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Putz... Olha pra QUEM você pergunta... Mas, se for pra dizer quem eu sou eu digo... Reticências. Reflita. Me leia. Reflita...

sábado, 26 de novembro de 2011

Reflita:

Enquanto você não transar com uma mulher será virgem, sua mão não é mulher, a toalha nao é mulher e a parede e os lençois também não.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Uma boa amizade - para minha pequena devassa

Perguntei-me uma vez o que seria uma boa amizade....
Embora soe clichê essa pergunta, obtive resposta anos depois, num compartilhamento de conversa no MSN. Foram cerca de duas horas ou mais. Infelizmente, após caçar o quanto pude, não lembro a data, mas lembro que foi de madrugada – sempre foi – que aconteceu.

Extrovertida, amigável... Safada, se quiser. Sempre quis fazer algo a ela. Não tinha idéia de como me portar, antes de conhecê-la, mas muito ouvi a respeito dela. Montei uma imagem dela e ela mesma rasgou essa imagem.
O mundo que ache o que quiser dela. Não importa o quanto aprecie sexo, sei que por trás dos desejos há uma mulher, como as outras: Sofre, ama, odeia, menstrua, vive, gosta, chora...
Não fazia idéia de como descrevê-la. Mas percebi que não precisava. Gostaria de fazer um vídeo, como o que ela me fez, em agradecimento. Mas seria idiotice minha: Não sei fazer isso, e ela fez aquilo por que queria, não precisa de agradecimentos ou elogios. Por isso desisti. Faço isso agora por que ela merece. Por que ela me marcou, por que ela realmente me ensinou o que é ser amiga de alguém.

Apesar de não conseguir me expressar da forma certa, eu vou tentar.

Você me ensinou o que era a amizade. Da forma mais cômica, mas sincera que conseguiu. Não troco essa forma de aprendizagem. Não a troco. Entre conversas e risos, você foi você, mesmo sob uma máscara. Até o célebre dia em que você me mostrou como é você, sem a máscara. Você me deu sua confiança. Seus segredos e sua vida. E – não apenas em retribuição, mas num gesto amigo – eu te dei a minha. Vivemos.
Sorrimos.
Choramos.
Compartilhamos.
Momentos, dores, segredos, cumplicidades, músicas, opiniões, interpretações, desejos, aspirações, objetivos, verdades, mentiras, ousadias, fofuras, doces e as porcarias de noventa e nove centavos da Alika.
Fico feliz de verdade por que você conseguiu o que mais queria: uma filha. Também fico feliz de você ter achado a sua cara metade, que a satisfaz e a ama pelo que você é, independente do seu passado, mas visando um futuro ao seu lado.

É divertido lembrar dos bons momentos escutando uma música boa. Por isso, te dedico esta música marcante – que não foi só mais uma que ouvi, gostei loucamente no momento, depois de um tempo acabou a magia – e este texto curto – que foi muito mal planejado, mas escrito com a sinceridade que compactuamos – para você.

Está certo, palavras não valem, músicas também não. Mas não interessa a distância. Ainda vale a pena ser sua amiga. Sua amiga pelo que você é. Baby Girl Andie.

Você faz minha vida ser mágica.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O conceito de 'erro'

Erros são fatos extremamente comuns, aliás, chegam até a ser obrigatórios à humanidade.
O que seriam os erros, afinal? Falha nos planos? Ansiedade? Paciência?
Considero erros, excessos. Excessos de ansiedade, de paciência, euforia, personalidade, calma, objetividade, medo...
Erros também ser obras do acaso, que podem gerar uma reação em cadeia que altera por completo a vida.
Também pode ser o fruto de uma escolha ruim, que remonta a euforia e/ou a ansiedade em demasia.
Gosto da idéia de pensar que erros são excessos, pois me leva a crer que fui indisciplinada em determinada categoria. Talvez seja uma desculpa; embora a autoculpa ainda persista. Mas é fácil corrigir a indisciplina.
No fundo, às vezes, quisemos errar, por medo do que seria ‘depois’ no ‘acerto’. Talvez preguiça, talvez inexperiência, em ‘quanto tempo devo esperar?’ ou ‘Quando devo agir?’, também tem tido por insegurança – embora haja diferenças.
Deus, em sua incrível benevolência, forneceu-nos o livre-arbítrio. Talvez, por falta de experiência, não saibamos lidar com isso. Erramos. Mas aprendemos com isso. Temos a escolha de extrair o ápice do erro e descartar lembranças ruins... Assim como temos a opção de persistir no mesmo erro... Seja por preguiça, medo ou falta de altruísmo.
Talvez, um dia, Deus tenha errado. E soube aproveitar-se disso. Capturou a experiência e ignorou o erro – em si. Deu sua inteligência ao homem e observa-o desfrutar esta dádiva curioso com “até onde ele(a) vai?”
Erros... Existentes desde que uma gama de fatos deixou - por descuido que seja - de serem avaliados.
Simples assim.