Pode alimentar meus peixes? Tenho estado sem tempo. É só clicar, eles seguem a seta ♥
Quem sou eu
- rosett: A Albina
- Putz... Olha pra QUEM você pergunta... Mas, se for pra dizer quem eu sou eu digo... Reticências. Reflita. Me leia. Reflita...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Olhar faminto - Outra baboseira de dedicatória... Dedicada ao meu ex-melhor amigo.
Éramos melhores amigos... Compartilhávamos tudo, dores, desespero... E mesmo que ficássemos em silêncio, sabíamos um do outro. E não precisávamos falar e falar para desabafar... O silêncio era o bastante para nós dois... E uma partida de vídeo game um contra o outro era o melhor ombro que poderíamos dar um ao outro...
Isso até o dia em que parei de olhar para o chão ou para a tela, e olhei em seus olhos... Aqueles olhos castanhos, de brilho intenso... Sentia-me engolida por aqueles olhos famintos.
Senti por um momento, um calafrio. É diferente de um arrepio amistoso e recíproco. Era realmente um calafrio. Um de desgosto. Não queria que tudo ficasse assim... Me fiz de dissimulada por cerca de três ou cinco anos... E no final, acabou...
Crescemos... Eu e você... Não existe mais nós desde o dia em que vi seus olhos castanhos... Não existe mais nós, desde que você me olhou pela primeira vez com esses olhos famintos...
Lamento tudo o que poderíamos ter aproveitado, e jamais aproveitaremos... Poderíamos fazer coisas de adolescente, eu poderia montar em suas costas e correríamos feito loucos na rua. Jogaríamos futebol, andaríamos de bicicleta e você me ensinaria uns passos de psy... E eu poderia te ensinar receitas de bolo onde não vai leite, já que eu sei que você é intolerante a lactose...Daí você passaria para sua mãe e ela faria... Eu te ensinaria a desenhar uma teia do homem aranha descente! Você desenhava muito mal aquilo...! Eu lembro que você adorava ele... Foi com você que o conheci...
Acabou.
Isso, é uma dedicatória aos tempos que não voltarão mais. Mesmo que você arranje uma namorada diva ou uma esposa perfeita, vai ser estranho. Parece que você sempre vai me olhar com esses olhos famintos... Cada abraço que te dou hoje, me faz refletir se não é uma esperança que te dou... Fui obrigada a ser insensível apenas para não te deixar com esperança... Mas isso é um pouco do que sou, e você me olha assim desse jeito faminto, do jeito que sou.
Obrigada.
De verdade, obrigada por me 'amar' desse jeito... Juro que pensei em te dar uma chance, por que te conhecia. Sabia de você... Pensei, realmente, em te dar uma chance... Mas naquele aniversário da sua irmãzinha menor... Depois que você veio me deixar em casa... SE VOCÊ NÃO TIVESSE SIDO AQUELE TARADO FOMINHA...!!!!!! Juro que realmente pensei em te dar uma chance... Mas cara... Odeio que passem a mão em mim sem eu deixar... Minha bunda é sagrada, seu animal impaciente!!! Eu sei que fico linda naquele vestido de florzinhas... Mas vá a merda!!! Eu confiei em você, achei que você era diferente... To ligadassa que você é homem e eu realmente fico muito sexy naquele vestido... Mas porra!!! Era só um abraço de despedida!!! E se meu pai aparecesse ali??? Drogado!!! Não só não te amo como te odeio por aquilo... Depois daquele dia, um pouco de você morreu pra mim. Você se fez exatamente igual a tantos outros caras que fiquei afim... A tantos outros com quem fiquei... Você só queria alguns beijos e uns amassos... Só queria sentir meu corpo... E depois...?
Bem... Eu sei que você é homem... Seu romantismo é louvável... Eu vi!!! Admito que homens como você são raros, e eu sei que tem garotas que me estrangulariam por deixar um cara como você passar mas... Como dito, a melhor parte de você, para mim. Morreu naquela noite... É patético, eu sou confusa, pareço que nunca sei o que quero... Mas eu sei... E com certeza o que eu quero, não estava naquele garoto. Sabe... Faço questão de zoar mais ainda meu cabelo e usar essas roupas estranhar perto de você... Quem sabe assim você pare de ver o que viu em mim, e pare de me olhar como um cachorro de rua olha um pernil.
Bem... Dedico isso aos velhos tempos... À época em que você não mentia pra mim dizendo que torcia pelo mesmo time que eu e nem me deixava ganhar no jogo. Aos tempos em que seus olhos eram lindos por serem inocentes.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Era o inicio de uma noite chuvosa, trovejadas e relampejos... Sarah estudava, com a pequena luminária de seu quarto acesa. Seu pai ficaria até mais tarde no trabalho. Sua mãe foi embora quando tinha quatro anos - por tanto há doze anos - e sua irmã, Cibelle, saiu com o namorado. Ela poderia zoar, ficar com aa amigas... Ou apenas vez filmes... Mas precisa estudar. Estudar para a maldita prova de matemática.
__"Se X² é igual a X+1, então eu passo tudo para o primeiro membro... Então vai ficar... X²-X-1... Equação de segundo Grau... Delta... b²+4.(a).(c)... Então vai ficar, -1²+4.1.(-1)... 1+4.(-1)... 1-4... -3... Qual a raiz de três, pra eu partir para Baskarah? Oh, droga!"__ Ela reclamava consigo mesma. Havia feito tudo certo... Então... Usaria o tal teorema de Tales...? Ouviu seu pai falar uma vez, mas ele nunca a ensinou... Agora que ela precisava...
DING DONG!
Alguém tocou a campainha de casa.
A principio Sarah assustou-se. Não esperava ninguém... Mas então lembrou-se da pizza!
__Esses caras demoram tanto que a gente até esquece! __ Sorriu enquanto descia as escadas e pegava o dinheiro da pizza+gorjeta em cima da mesa próxima ao sofá de sua sala.
__Aqui está, senhorit... __ O entregador começou, mas parou um segundo observando a moça. Ela tinha se apoiado na porta, usava um short curto xadrez de rosa e branco, meio justo realçando as fartas coxas róseas. Uma camisetinha regata verde clara folgada que não lhe realçava curvas acima da cintura, mas era notavel a exitência de tais curvas... O cabelo castanho preso num coque mal feito e um lápis rósa atrás da orelha... E a expressão de quem parecia exausta. Ele não deixou de sorrir.
__Sarah! __ Ele falou animadamente, enquanto ela pegava a pizza e ele tirava o capacete da moto.
__De onde você... __ Sarah empalideceu.
Sara o conhecia. E o conhecia bem.
__Hey! Não vai nem falar um oi? __ Ele sorriu agora de um jeito mais intimo. Sarah tremeu. Ameaçou fechar a porta, mas parou por si mesma. Algo a travou.
Pôs a mão no bolso, e entregou o dinheiro a ele.
__Sabe... É meu ultimo turno, só vou voltar e deixar a moto, quem sabe você e eu... __ O entregador foi cortado.
__Desculpe estou ocupada, e você tem trabalho. Obrigada e boa noite. __ Ela fechou a porta e deixou a pizza em cima da mesa da sala.
Se ela se lembrava bem, Herber tinha se mudado... E tão cedo não voltaria. E se mudou com outra, para sua nova vida. Agora era um entregador aparentemente solteiro?
Não... Seria simples de mais... Tinha algo errado... O que...?
[Continua.]
__"Se X² é igual a X+1, então eu passo tudo para o primeiro membro... Então vai ficar... X²-X-1... Equação de segundo Grau... Delta... b²+4.(a).(c)... Então vai ficar, -1²+4.1.(-1)... 1+4.(-1)... 1-4... -3... Qual a raiz de três, pra eu partir para Baskarah? Oh, droga!"__ Ela reclamava consigo mesma. Havia feito tudo certo... Então... Usaria o tal teorema de Tales...? Ouviu seu pai falar uma vez, mas ele nunca a ensinou... Agora que ela precisava...
DING DONG!
Alguém tocou a campainha de casa.
A principio Sarah assustou-se. Não esperava ninguém... Mas então lembrou-se da pizza!
__Esses caras demoram tanto que a gente até esquece! __ Sorriu enquanto descia as escadas e pegava o dinheiro da pizza+gorjeta em cima da mesa próxima ao sofá de sua sala.
__Aqui está, senhorit... __ O entregador começou, mas parou um segundo observando a moça. Ela tinha se apoiado na porta, usava um short curto xadrez de rosa e branco, meio justo realçando as fartas coxas róseas. Uma camisetinha regata verde clara folgada que não lhe realçava curvas acima da cintura, mas era notavel a exitência de tais curvas... O cabelo castanho preso num coque mal feito e um lápis rósa atrás da orelha... E a expressão de quem parecia exausta. Ele não deixou de sorrir.
__Sarah! __ Ele falou animadamente, enquanto ela pegava a pizza e ele tirava o capacete da moto.
__De onde você... __ Sarah empalideceu.
Sara o conhecia. E o conhecia bem.
__Hey! Não vai nem falar um oi? __ Ele sorriu agora de um jeito mais intimo. Sarah tremeu. Ameaçou fechar a porta, mas parou por si mesma. Algo a travou.
Pôs a mão no bolso, e entregou o dinheiro a ele.
__Sabe... É meu ultimo turno, só vou voltar e deixar a moto, quem sabe você e eu... __ O entregador foi cortado.
__Desculpe estou ocupada, e você tem trabalho. Obrigada e boa noite. __ Ela fechou a porta e deixou a pizza em cima da mesa da sala.
Se ela se lembrava bem, Herber tinha se mudado... E tão cedo não voltaria. E se mudou com outra, para sua nova vida. Agora era um entregador aparentemente solteiro?
Não... Seria simples de mais... Tinha algo errado... O que...?
[Continua.]
DIARIO DE UMA REVOLTADA - Escrito num momento ruim... Muito ruim... Antes que comessem pieguisse e "Oh!!! Minha amiga, eu te amo, não fique assim... Drogas são ruins" Vão a merda, ok? Como disse, escrevi num momento ruim... Há mais de um ano... Não sou a pessoa mais feliz do mundo. Só estou postando isso aqui como uma homenagem ao motivo da minha tristeza e raiva da época. Não sou emo... Não choro adoidada, só que o que houve me deixou mal.
Fica aqui o concelho:
"Arrependa-se de ter feito, não de não ter acontecido." Acho que todos já ouviram esse ditado... Pois é... Eu preferia milhões de vezes passar 'duas semanas' arrependidas de não ter feito e depois não ter problema algum com isso, do que, hoje... dois anos e meio de ter feito... Trocaria todos esses dois anos e meio por aquelas duas semanas... Trocaria as melhores lembranças com meus amigos por aquele momento... E acima de tudo... Trocaria um coisa muito importante que tenho hoje, para ver de novo aqueles olhos verdes...
Sem mais delongas...uma revoltadaaaa
caraleooooooo
me deixem em pazzzzzzzzz
Quero de volta a minha droga, aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero e me deixa tão, bem...
Fico tão alucinada que esqueço que tenho vida...
E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som...
E fica me dizendo pra eu parar... Parar de me suicidar...
Parar de respirar....
Me deixem na minha maldita solidão, afogada nas minhas lágrimas de sangue que meu coração derramou... Dor, revolta, medo, raiva...
No meu rosto já possuo a trilha que essas mesmas lágrimas percorreram...
Encolhida num canto abrançando minhas pernas, minha camisa já tranparente das lágrimas, minha pele já preguenta das águas do mar que meus olhos viraram...
"Chorar não resolve... Chorar não resolve, sua filha da puta mal amada" fico ouvindo isso dentro de mim...
Levanto lentamente...
Cambaleante...
Seguindo até a porta de madeira com maçaneta de metal...
Vou caminhando pelo quarto escurro e vazio.
Cambaleante...
Cada passo dado, é como uma lembrança revivida em dinâmica... Sem a chance de mudar...
Quero de volta minha droga... Aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero e me deixa tão bem...
Fico tão alucinada que esqueço que tenho vida... E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som... E fica me dizendo pra eu parar, parar de me suicidar... Parar de respirar...
Tão próxima da porta... Tão próxima da saída... Tão perto do perdão...
As ultimas lembranças... As mais mortais...
Tanto egoísmo... Lágrimas sinceras e inuteis....
As ultimas lembranças as mais mortais...
Ergo minha mão trêmula...
A maçaneta está aí... Segure-a e abra a porta! Olhe seu próprio reflexo... Seus olhos podres, sua boca trêmula, seu rosto pálido e brilhoso dessa trilha seca aguada... Uma imagem distorcida, uma imagem tão real... Pareço um monstro... Sou um monstro...
"Sua maldita fracassada... Não é capaz nem de sair do seu proprio pesadelo!!"
Não dá...
Abaixo minha mão ainda trêmula... Dou meia volta, e corro de volta por maldito cantinho que me conforta como um leão conforta a presa...
Maldito cantinho... Me atiro com tudo no chão... Permaneço trêmula e soluçante...
As malditas lágrimas voltaram...
Meu cantinho de calor... Faz tanto frio...
Sinto o vento no meu rosto... Ah! Doce vento...
"Sua maldita fracassada! Não consegue nem sair do seu proprio pesadelo!"
Quero de volta a minha droga... aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero, e me deixa tão... Bem...
Fico tão alucinada, que esqueço que tenho vida.
E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som...
E fica me dizendo pra eu parar... Parar de me suicidar... Parar de respirar...
Nos meus olhos o medo...
"Vamos !!! Assitam meu medo!!!
Divirtam-se com minha dor!!!
Comtemplem meu odio!!"
...
Fica aqui o concelho:
"Arrependa-se de ter feito, não de não ter acontecido." Acho que todos já ouviram esse ditado... Pois é... Eu preferia milhões de vezes passar 'duas semanas' arrependidas de não ter feito e depois não ter problema algum com isso, do que, hoje... dois anos e meio de ter feito... Trocaria todos esses dois anos e meio por aquelas duas semanas... Trocaria as melhores lembranças com meus amigos por aquele momento... E acima de tudo... Trocaria um coisa muito importante que tenho hoje, para ver de novo aqueles olhos verdes...
Sem mais delongas...uma revoltadaaaa
caraleooooooo
me deixem em pazzzzzzzzz
Quero de volta a minha droga, aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero e me deixa tão, bem...
Fico tão alucinada que esqueço que tenho vida...
E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som...
E fica me dizendo pra eu parar... Parar de me suicidar...
Parar de respirar....
Me deixem na minha maldita solidão, afogada nas minhas lágrimas de sangue que meu coração derramou... Dor, revolta, medo, raiva...
No meu rosto já possuo a trilha que essas mesmas lágrimas percorreram...
Encolhida num canto abrançando minhas pernas, minha camisa já tranparente das lágrimas, minha pele já preguenta das águas do mar que meus olhos viraram...
"Chorar não resolve... Chorar não resolve, sua filha da puta mal amada" fico ouvindo isso dentro de mim...
Levanto lentamente...
Cambaleante...
Seguindo até a porta de madeira com maçaneta de metal...
Vou caminhando pelo quarto escurro e vazio.
Cambaleante...
Cada passo dado, é como uma lembrança revivida em dinâmica... Sem a chance de mudar...
Quero de volta minha droga... Aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero e me deixa tão bem...
Fico tão alucinada que esqueço que tenho vida... E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som... E fica me dizendo pra eu parar, parar de me suicidar... Parar de respirar...
Tão próxima da porta... Tão próxima da saída... Tão perto do perdão...
As ultimas lembranças... As mais mortais...
Tanto egoísmo... Lágrimas sinceras e inuteis....
As ultimas lembranças as mais mortais...
Ergo minha mão trêmula...
A maçaneta está aí... Segure-a e abra a porta! Olhe seu próprio reflexo... Seus olhos podres, sua boca trêmula, seu rosto pálido e brilhoso dessa trilha seca aguada... Uma imagem distorcida, uma imagem tão real... Pareço um monstro... Sou um monstro...
"Sua maldita fracassada... Não é capaz nem de sair do seu proprio pesadelo!!"
Não dá...
Abaixo minha mão ainda trêmula... Dou meia volta, e corro de volta por maldito cantinho que me conforta como um leão conforta a presa...
Maldito cantinho... Me atiro com tudo no chão... Permaneço trêmula e soluçante...
As malditas lágrimas voltaram...
Meu cantinho de calor... Faz tanto frio...
Sinto o vento no meu rosto... Ah! Doce vento...
"Sua maldita fracassada! Não consegue nem sair do seu proprio pesadelo!"
Quero de volta a minha droga... aquilo sim me consome e me entorpece como eu quero, e me deixa tão... Bem...
Fico tão alucinada, que esqueço que tenho vida.
E aquela maldita voz na minha cabeça me delicia com seu som...
E fica me dizendo pra eu parar... Parar de me suicidar... Parar de respirar...
Nos meus olhos o medo...
"Vamos !!! Assitam meu medo!!!
Divirtam-se com minha dor!!!
Comtemplem meu odio!!"
...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Paraíso - ChrnoRose
Era a luta final... O mundo acabaria... Tudo explodiria.
E o pior: Ele sabia disso.
Ela não tinha medo algum, iria com ele ao infinito... foi ao além e voltou por ele. Por que não ir ao inferno e destruí-lo com ele?
Ele pediu a ela que voassem, seria mais rápido a chegada ao alto, onde o inferno flutuante estava.
Ela estendeu a mão e o tocou.
Congelamento do tempo.
Ela sentiu seu corpo parar lentamente naquela passaréla desabando, mas com certeza mais firme que o inferno flutuante.
Suas mãos... Seu ombro... Seu corpo... E antes que se congelasse por completo e perdesse a conciência, sentiu pela primeira e ultima vez seus lábios quentes.
Seus olhos congelaram... Junto com a pequena lágrima que queria cair.
Ficou paralizada de olhos abertos, viu-o partir. E nunca mais voltar.
Ele a protegeu.
Ele morreu por ela...
Mas tudo bem... ele prometeu que voltaria. Ela esperou a vida inteira. E em março de mil novecentos e vinte e quatro... O reencontrou. Ele, um demônio, a levou ao paraíso.
E o pior: Ele sabia disso.
Ela não tinha medo algum, iria com ele ao infinito... foi ao além e voltou por ele. Por que não ir ao inferno e destruí-lo com ele?
Ele pediu a ela que voassem, seria mais rápido a chegada ao alto, onde o inferno flutuante estava.
Ela estendeu a mão e o tocou.
Congelamento do tempo.
Ela sentiu seu corpo parar lentamente naquela passaréla desabando, mas com certeza mais firme que o inferno flutuante.
Suas mãos... Seu ombro... Seu corpo... E antes que se congelasse por completo e perdesse a conciência, sentiu pela primeira e ultima vez seus lábios quentes.
Seus olhos congelaram... Junto com a pequena lágrima que queria cair.
Ficou paralizada de olhos abertos, viu-o partir. E nunca mais voltar.
Ele a protegeu.
Ele morreu por ela...
Mas tudo bem... ele prometeu que voltaria. Ela esperou a vida inteira. E em março de mil novecentos e vinte e quatro... O reencontrou. Ele, um demônio, a levou ao paraíso.
Dedicatória silenciosa
Vim aqui agora apenas para fazer uma pequena dedicatória... Depois deste post volto a escrever as histórias em geral...
Acho que quando essa pessoa ler, saberá que é para si. Não vou citar nomes a principio. não vou divulgar nem vou falar nada que indique que essa pessoa é essa pessoa...
Vejamos...
Gosto do seu jeito de agir... Sua determinação, sua meiguisse dentro de toda a sua personalidade, sua atitude...
Sabe... depois do que houve, tive um estalo. Me senti feliz por ser alguém significativa pra você... E mais ainda quando exibiu sua sinceridade a mim, me contando um grande segredo seu. Em troca, lhe dei meu maior segredo...
Obrigada... Eu sei que essa parece ser um a dedicatória pequena. Mas é de coração... As ideias não fluem essa hora... Depois edito esse mesmo post e te mando algo descente... Quando editar, ponho seu nominho aqui.
Amo de verdade essa sua ideologia de vida, e amo mais ainda seu jeito 'safis' de agir.
Podemos não ser as pessoas que mais se falam na vida... Podemos ser diferentes... antagônicas uma à outra... Podemos morar longe uma da outra... Mas você, pessoa, é importante aí... Minha melhor amiga.
Te amo... De verdade... Obrigado por existir, obrigada por estar comigo, e obrigada por me aguentar...!
Acho que quando essa pessoa ler, saberá que é para si. Não vou citar nomes a principio. não vou divulgar nem vou falar nada que indique que essa pessoa é essa pessoa...
Vejamos...
Gosto do seu jeito de agir... Sua determinação, sua meiguisse dentro de toda a sua personalidade, sua atitude...
Sabe... depois do que houve, tive um estalo. Me senti feliz por ser alguém significativa pra você... E mais ainda quando exibiu sua sinceridade a mim, me contando um grande segredo seu. Em troca, lhe dei meu maior segredo...
Obrigada... Eu sei que essa parece ser um a dedicatória pequena. Mas é de coração... As ideias não fluem essa hora... Depois edito esse mesmo post e te mando algo descente... Quando editar, ponho seu nominho aqui.
Amo de verdade essa sua ideologia de vida, e amo mais ainda seu jeito 'safis' de agir.
Podemos não ser as pessoas que mais se falam na vida... Podemos ser diferentes... antagônicas uma à outra... Podemos morar longe uma da outra... Mas você, pessoa, é importante aí... Minha melhor amiga.
Te amo... De verdade... Obrigado por existir, obrigada por estar comigo, e obrigada por me aguentar...!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Desabafo
Estive pensando... Estou sentada nesta tarde quente de sabado digitando isso direto no 'Editar HTML' e tals... Meu pai está atendendo a um cliente e eu estou no msn dele conversando com o sócio dele... Os caras não folgam... Relaxar é algo inexistente em seus vocábulos... Eu lamento por essas pessoas que correm incessantemente atrás de um futuro melhor e esquecem completamente suas fámilias ou suas vidas... Não existe nada além do dinheiro que precisam conseguir para dar uma estabilida à familia... Eu, como filha... Não quero apenas dinheiro... Quero atenção... Mas o trabalho do meu pai está me roubando isso. Bem como os filhos do sócio dele, estão com ciumes do trabalho. Escutando eles falando de trabalho e o quanto vão ganhar... Só escuto os investimentos, e investimentos, e ideias novas para o trabalho e saída...
Meus pais estão se separando... Não vão voltar... E o que acabou não foi por causa do trabalho... Foi culpa dos dois... As vezes acho que se meu pai esquecesse um pouco a vida dele, assim... Só um pouco o trabalho... A gente ainda estariamos todos juntos... Seria divertido como antigamente... Ter os sabados só de conversas e pizza... Ter os domingos de almoço em família... Daqui a cerca de dez anos ele acha que estará perfeito... Ganhando tanto quando politico... Mas... Daqui a dez anos... O importante... Que dizer, o inicio pela qual o meu pai tanto trabalhou... Já se teria perdido... Bom... Nunca acreditei em família... Nem em amor mas... Sei lá... As vezes queria que tudo voltasse... Mas desse jeito foi melhor... Apesar de tudo isso, eu me tornei mais unida com minha mãe... E tive a oportunidade de escutar mais meu pai, pois é pra mim que ele desabafa... Apesar de parece bizarro... Eu já me costumei, e é melhor do jeito que está... Sinto saudade da 'família'... Mas se eles tivesse continuado juntos, seria muita briga... Detestei em cada segundo de minha vida, aqueles momentos em que fui a platéia... a testemunha de plavras vulgares e ameaças violentas... Não foi legal... Cada um foi pro seu lado e eu as vezes me sentia culpada de alguma forma... Mas beleza... Esse não é o foco... O foco é que onde meu pai está, ele mal pensa na vida dele... Talvez até tenha seguido com a vida pessoal dele, mas provavelmente irá errar feio novamente, por não dar atenção à nova azarada... Não quero que ele falhe de novo... Bem como não quero que minha falhe de novo... Quero-a como boa esposa, e quero-o como bom marido...
Tenho trauma de casamento... Morro de medo de acabar como eles... Ser uma péssima esposa que é trocada pelo trabalho, por clientes... Por dinheiro... Tenho muito medo...
Queria que ele relaxasse, vivesse um dia bom... deixasse o extresse de lado... As vezes acho que ele morrerá por estress... E isso me dá medo... As vezes acho que minha mãe morrerá louca e nem ao menos se lembrará disso... Dadas as situações atuais...
Lamento tanta coisa por eles... Não quero cometer esses erros, por isso aprendo muito com eles... Não casarei, assim não serei uma esposa ruim... E se por um acaso vier a ter filhos (?), eu pretendo ensinar que a família é mais importante que tudo... mais que o dinheiro... é a família que está com você o tempo todo... incluindo numa possivel falência... O dinheiro não.
Meus pais estão se separando... Não vão voltar... E o que acabou não foi por causa do trabalho... Foi culpa dos dois... As vezes acho que se meu pai esquecesse um pouco a vida dele, assim... Só um pouco o trabalho... A gente ainda estariamos todos juntos... Seria divertido como antigamente... Ter os sabados só de conversas e pizza... Ter os domingos de almoço em família... Daqui a cerca de dez anos ele acha que estará perfeito... Ganhando tanto quando politico... Mas... Daqui a dez anos... O importante... Que dizer, o inicio pela qual o meu pai tanto trabalhou... Já se teria perdido... Bom... Nunca acreditei em família... Nem em amor mas... Sei lá... As vezes queria que tudo voltasse... Mas desse jeito foi melhor... Apesar de tudo isso, eu me tornei mais unida com minha mãe... E tive a oportunidade de escutar mais meu pai, pois é pra mim que ele desabafa... Apesar de parece bizarro... Eu já me costumei, e é melhor do jeito que está... Sinto saudade da 'família'... Mas se eles tivesse continuado juntos, seria muita briga... Detestei em cada segundo de minha vida, aqueles momentos em que fui a platéia... a testemunha de plavras vulgares e ameaças violentas... Não foi legal... Cada um foi pro seu lado e eu as vezes me sentia culpada de alguma forma... Mas beleza... Esse não é o foco... O foco é que onde meu pai está, ele mal pensa na vida dele... Talvez até tenha seguido com a vida pessoal dele, mas provavelmente irá errar feio novamente, por não dar atenção à nova azarada... Não quero que ele falhe de novo... Bem como não quero que minha falhe de novo... Quero-a como boa esposa, e quero-o como bom marido...
Tenho trauma de casamento... Morro de medo de acabar como eles... Ser uma péssima esposa que é trocada pelo trabalho, por clientes... Por dinheiro... Tenho muito medo...
Queria que ele relaxasse, vivesse um dia bom... deixasse o extresse de lado... As vezes acho que ele morrerá por estress... E isso me dá medo... As vezes acho que minha mãe morrerá louca e nem ao menos se lembrará disso... Dadas as situações atuais...
Lamento tanta coisa por eles... Não quero cometer esses erros, por isso aprendo muito com eles... Não casarei, assim não serei uma esposa ruim... E se por um acaso vier a ter filhos (?), eu pretendo ensinar que a família é mais importante que tudo... mais que o dinheiro... é a família que está com você o tempo todo... incluindo numa possivel falência... O dinheiro não.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Alfabeto
A de inicio, A de afagos... A de um suspiro abafado...
B da suavidade de uma boca, B de um pedido... B de um beijo afinal...
C do calor, C de carinhos... C das carícias...
D de desejo, D de dos dedos que tanto se entrelaçam, D da degustação...
E de energético, E de excitação... E de um novo suspiro.
F de força, F de fogo... F de um novo pedido...
G de gracejos, G de um ponto, G de gostoso... G de um gemido.
H do momento, H do real, H de um selo rompido.
I de inocente, I de insano... I de insaciável...
J de um desafio... J de um delicioso jogo...
L de lânguido, L de libidinoso... L de luxuria.
M de habilidade, M da velocidade das mãos... M de do mais doce gemido.
N de um barulho, N de negação... N da noite que não acaba...
O de ofegantes, O de orgasmo... O de outra vez...
P de pedidos, P de pecado... P de profano.
Q de quente... Q de loucura... Q de um gemido surdo...
R de um ronrono, R de loucura... R do rouco...
S de suspiro, S de sussurro, S de sexo... S de selvagem...
T de toque, T de tudo de novo uma terceira vez...
U de um delírio uivante... U dos mais sinceros dos urros..
V de voz, V de velocidade... V de volúpia...
X de silêncio, X da xícara do café da manhã... X de uma nova noite marcada.
Z do confuso, Z do reinicio... Z do zumbido surdo que ecoa nas mentes que lembrar-lhe-ão eternamente da magia desse alfabeto...
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