Pode alimentar meus peixes? Tenho estado sem tempo. É só clicar, eles seguem a seta ♥

Quem sou eu

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Putz... Olha pra QUEM você pergunta... Mas, se for pra dizer quem eu sou eu digo... Reticências. Reflita. Me leia. Reflita...

quinta-feira, 29 de março de 2012

A Mentirosa

Como esperado do título, ela mentia. Ora descaradamente, ora sem intenção. E simples assim, as mentiras saiam.
Jovem, em seus 17 anos, esbanjando ideais e opiniões próprios, bem como as imaturidades e erros, que muitos nessa idade tendem a seguir. Vou narrar algumas dessas trilhas seguidas pela mentirosa.
Ela se apaixonou. E mentia sobre si mesma para ele. Às vezes, fluíam tão naturalmente que ela se assustava. Ela realmente gostava dele. Isso a matou.
Ela também acreditava em horóscopos, sabe? E de acordo com o horóscopo dela, ele NUNCA serviria para ela; somente sob MUITO amor. E assim foi. Ela dedicou-se a ele, provocava-o às vezes, sentia o papo dele, vez ou outra ela expressava sua opinião. Tentava concordar com tudo o que ele dizia, e quando a diferença de opiniões era berrante, dizia um ‘não concordo, mas tudo bem’. O modo como ele pensava a intrigava, ele parecia tão despreocupado com a vida. Esse tipo estava ficando comum... O jeito correto de falar, a sinceridade, e mesmo ele a irritava... Acabou. Mentindo ela nunca mentiu. Ela foi sincera o tempo inteiro, e o... O que? Não... Ela gostou dele... Tentou agradá-lo, o máximo que pode, tentou ser perfeita por que achava que ela mesma não valia à pena... Fim... A depressiva.

terça-feira, 13 de março de 2012

A Obra - Naruto




‘Podre. Ele era podre’



Fiquei contemplando a minha obra. O vermelho vibrava diante dos meus olhos. Eu era agora uma criança no circo. Presenciava o maior e melhor espetáculo que poderia viver. Era um quadro alegre, uma janela de vida, um poço de emoções.
Os sorrisos saiam de mim espontâneos. Eram sorrisos psicóticos, verdade, mas inevitáveis. Olhem a beleza destes... Destas obras!
__ Você não gosta deles? – Perguntei em voz alta para que ela me escutasse.
Olhei para trás ao não receber reposta. Eu estava sozinho. Sorri complacente. Entendia-a. A vi emocionada a pouco enquanto eu trabalhava e aplicava o óleo, agora que acabei ela perdia o melhor. Era meu presente para ela...
A música estava bem alta, sincronizada com o que eu sentia no momento. Eram gritos grotescos com letras incompreensíveis, tinha uma emoção tão profunda. Contradizia com o suave violino ao fundo. Lentamente o violino aquietava-se. Sorri observando minha obra. Minha obra. O vocalista ainda cantava em um ritmo que muitos considerariam estranho, mas sinceramente, era tão metal que pra mim fazia sentido.
Ouvia os gritos enquanto apreciava minha obra. Agora um calmíssimo som de piano vinha, mas era quase inaudível perante a supremacia da voz sôfrega do vocalista.
Logo o piano tornou-se violento, em seguida acresceu-se a ele o som de um poderoso violoncelo, seguido de violinos e trombones. Uma orquestra inteira entrando em sinfonia com a voz rouca do vocalista.
Gritos agora dando pausas. Vez ou outra grunhindo. Eu quase sentia a dor do vocalista. Mas agora estava ocupado. Entretido no meu quadro. Vendo as ondas que programei. Ondas esvoaçantes bruxuleavam como lençóis em vendavais. Via o fogo consumindo o objeto com a fome mínima de um leão.
Meu quadro era o que chamo de natureza morta.
Uma jaula no canto esquerdo. Um travesseiro – rasgado – encostado na jaula, duas tigelas, uma de ração e outra de água próxima à jaula. Tudo devidamente cercado por uma caixa de vidro blindado – com reflexos da lâmpada – num quatro escuro.
O que tornava o quadro hilário era a pessoa no quatro, dentro da sala, dentro da jaula.
Sorria cada vez que olhava. A pessoa estava ajoelhada, apertava as barras, queria chorar, mas apenas gritava embebida na ardência do fogo que a consumia viva.
Olhar aquela obra me deixava muito bem, era lindo... Lindo!


Acordei com um barulhento ‘acorde!’ dado por um policial. Levantei e ele abriu a cela me levando sem cuidado algum pelo corredor inóspito. Sorri quando um ou outro olhar hostil me encarava por entre as grades da cela.
__ Que deselegante, cavalheiro, me empurrar desta forma. – Reclamei irônico.
__ Ora cale a boca! Todos aqui estão por motivos semelhantes aos seus. Você não tem nada de especial! – O guarda retrucou com arrogância.
__ Eu sou um artista! Esses boçais mataram sem nenhuma elegância ou glamour, enquanto eu apenas fiz um lindo quadro e fui preso! Eu deveria ser adorado por ser melhor que Da Vince!
Ouvi risos e chacotas, mas ignorei. O que aqueles boçais entendiam de arte?
Chegamos a uma sala deserta onde uma mesa com três cadeiras – uma de um lado e as outras duas de frente à primeira do outro lado da mesa – estavam a postos.
Na cadeira com par havia uma pessoa de lindos cabelos róseos. Ao seu lado um loiro a encarava com certa raiva, supus. Tinha encantadores olhos azuis. Observei alguns segundos aqueles lindos tons de azul.
Eu queria aqueles olhos.
__ Caminhe! – Fui empurrado. Caminhei e passei pela dona dos cabelos róseos.
Fizeram-me sentar na cadeira solitária à frente deles. O loiro me encarou aparentemente serio, mas sua postura minimamente encolhida me fez crer que ele tinha hesitações, se não temores.
__ Buh! – Levantei ameaçando atacar o loiro que foi para trás na cadeira, apoiando as mãos na mesa e se afastando com a cadeira. A cadeira virou, ameaçou cair, mas voltou fazendo-o vir para frente. Neste breve segundo, quis comê-lo.
Então desviei os olhos para a garota. Os policiais me seguraram com certa brutalidade. Fiquei encarando-a alguns segundos ela me olhava mas evitava encarar meus olhos. E quando, esporadicamente encarava-os, corava.
__ Faz algum tempo que não te vejo, meu amor. – Sorri gentilmente àqueles olhos verdes. Os olhos dela eram para mim como esmeraldas. Deus puniu uma rocha sedimentar e abençoou este corpo com aquelas reluzentes esmeraldas. Gentileza dele.
Ela virou o rosto inclinando-se e abaixando a cabeça. Colocou uma mexa de seu cabelo atrás da orelha e me encarou suavemente sorrindo timidamente.
__ É, faz algum tempo. – Ela desviou novamente deixando o sorriso cair aos poucos.
__ Bem, vamos lá. Eu quero acabar logo com isso. – Ouvi uma voz chata. Desviei para o loiro.
__ Como alguém de feições tão determinadas e olhos tão penetrantes pode ter uma voz tão irritante? – Encostei-me à cadeira atrás de mim. Eu particularmente me apoiaria na mesa e o queixo nas mãos que cruzaria. Mas estava com uma camisa de força.
__ Sasuke... Eu quero me divorciar... – Ouvi a voz de Sakura.
Eu a amava.
Eu abri a boca para falar. Mas minha voz não saiu.
Por quê?
Observei os olhos dela e ela não me encarava. Insisti esperando ouvir um ‘é mentira’. Mas minha frase salvadora não veio.
Fechei a boca. Encarei-a mortalmente e desviei o olhar para o loiro.
Ele estremeceu.
__ Por que teme estúpido? Não vê que estou amarrado e que tens proteção? – Fui grosseiro. Aquele homem provavelmente roubou o coração que tanto me esforcei para guardar. Não vi necessidade alguma em ser gentil com este ladrão.
__ Eu... Eu sou só o... – Estreitei os olhos. A voz dele me irritava.
__ Ele é meu advogado. Preciso dele para o divorcio. – Sakura interveio. Encarei-a friamente.
Ela pareceu chocada.
__ Eu amo você. – Falei a encarando. Ela pareceu ainda mais chocada. Seus olhos estavam desfocados indicando que não era alegria, nem arrependimento. Mas medo. Qual o problema? – Por que não me ama?
__ Eu... Eu te amo! – Ela falou se aproximando da mesa. Apoiou as duas palmas na mesa e inclinada para frente, como que se abrindo ao diálogo. Estava falando sinceramente. Seus olhos agora estavam focados, mas com pupilas mínimas. Olhei-a com atenção. Pupilas tão dilatadas exibiam a sinceridade dela.
Sorri.
__ Então por que vai separar-se de mim, minha linda flor? – Perguntei.
Vi aquela determinação desmoronar. Ela acomodou-se na cadeira e desviou o olhar.
__ Não estamos dando certo. – Ela sussurrou.
__ Não? Por quê? – Perguntei me aproximando afim de ouvi-la melhor.
__ Você... Você está preso! – Ela me encarou aparentemente indignada.
__ E daí? – Não entendi o motivo da crise.
__ Sasuke, eu te amo mas... – Ela pausou desviando o olhar. Estreitou os olhos e procurava em algum ponto no chão as palavras certas. Eu capturava cada detalhe dela como um tesouro.
__ Mas? – Incentivei.
Ela ainda durou alguns segundos levantando os olhos lentamente. Então me encarou encolhida – receosa, supus – e falou com certa hesitação.
__ Mas não saberei criar um filho sozinha. E também não saberia explicar a ele o que o pai faz no corredor da morte.
Não ouvi o resto parei no ‘criar um filho’.
Filho.
__ Eu... Serei pai? – A encarei surpreso. Senti meus músculos moverem-se e meu rosto permitir-se desenhar um sorriso que foi crescendo gradativamente.
Ela abaixou o sorriso que me ofereceu rapidamente.
__ Não será depois que nos divorciarmos.
‘Não será depois que nos divorciarmos’.
Meu sorriso morreu.
Encostei-me à cadeira. Encarei o advogado e depois os guardas.
__ Me desamarrem. Não esperam que eu assine aquilo com a boca, esperam? – Ironizei.
Ambos chegaram perto e ouvi o advogado pegar sua maleta e abrir retirando processos e apresentando-os a si mesmo rapidamente. Em seguida comentou algo com Sakura que não tirava os olhos de mim e apenas meneava sem atenção alguma a ele.
Liberto.
Observei os papeis e estalei os dedos.
Cada misero movimento que eu fazia, os guardas estavam atentos – tensos – para me segurar. O loiro de fascinantes orbes azuis me encarava com pupilas encolhidas – medo – enquanto Sakura mantinhas encolhida, mas seria – receio.
Peguei um papel, fui lento. Se eu fosse rápido, tomaria socos. Encostei-me à cadeira outra vez e li linha por linha dos termos do divorcio. Não tinha muitos bens, mas os poucos que tinha, seriam vendidos e o dinheiro repartido em dois. Estava preso, então minha parte eu doaria ao meu filho, visto que não tenho família – até tenho, mas ela quer o divorcio.
__ Certo. Assinar. – Falei curto.
__ O que? – O Advogado perguntou.
__ Assinar, como faço pra assinar? Corto meu dedo como aqueles ninjas de desenho? – Ironizei.
__ Anime! – Sakura interveio. A encarei. Ambos nos encaramos e rimos um momento.
Certas coisas não mudariam.
O Advogado pegou uma caneta e me ofereceu. Ele colocaria na mesa, e eu pegaria, mas segurei a mão dele e o encarei.
Eu o assustava. Sabia disso. E assustá-lo era divertido.
Peguei a caneta destampei e posicionei-me para assinar. Após aquela assinatura eu seria um homem completamente sozinho.
__ Sakura... – A chamei observando o papel enquanto iniciava a escritura.
__ Fala... – Ela me soou hesitante, parei e a encarei.
__ Eu amo você. – Sorri e voltei minha atenção ao papel continuando a escrever. Senti os olhos dela em cima de mim.
__ Sasuke... – A ouvi, não olhei e continuei escrevendo lentamente... Continuaria. Parei. Ergui a caneta e a encarei, observei os dois. E sacudi a caneta. Os policiais avançaram em mim e esfregaram meu rosto na mesa.
__ Tentando algo, galã? – Ironiaram.
__ A... Caneta... – Grunhi – Não funciona... – Falei com dificuldade.
__ Parem! Soltem ele! – Sakura ordenou. Os guardas me soltaram.
Me recompus contrariado e devolvi a caneta ao Assustado advogado.
Este desculpou-se e procurou outra na bolsa. Encarei Sakura e ela revidou.
__ Por que fez aquilo? – Ela perguntou entristecida.
__ Como por quê? Era seu aniversário... – Sorri.



__ Você não gosta deles? – Sasuke perguntou em voz alta.
Ele olhou para trás ao não receber reposta. Estava sozinho. Sorriu complacente. Eele a entendia. A viu emocionada a pouco enquanto ele trabalhava e aplicava o óleo sobre o corpo sonolento da vítima, agora que acabara ela perdia o melhor. Era seu presente para ela...
Era lindo, na opinião dele. O corpo acordando aos poucos, meio amarrado, ensebado de óleo, e agora, em chamas.
Rapidamente acordou e gritava ensurdecedoramente.
Pedia socorro, lamuriava-se de dor.
Para Sasuke era uma melodia, era o presente mais lindo que ele poderia dar a sua mulher. Mais lindo.
O homem lastimando-se em chamas enquanto tocava musica clássica. As chamas dançando o desespero de um lado a outro.
Dor.
Dor.
Muita dor.
Sasuke quase sentia pena, mas tinha que dar o presente. Filmou cada momento depois entregaria à esposa para que ela visse melhor.
Aquele em chamas era Itachi.
Irmão de Sasuke.
Itachi namorou Sakura por dois anos. No termino do relacionamento, Itachi não agüentou e surrou Sakura. Embebido por um ódio e desejo sem fim, estuprou-a e deixou-a a esmo no quintal de casa, com os dizeres ‘vá embora’.
Sasuke acolheu Sakura e cuidou dela ajudando-a a depor contra o irmão. Em um ano e meio, ele foi preso. Havia saído há cerca de dois meses e tinha olhos famintos sobre Sakura. Ficou preso por quatro anos. Devia estar com raiva. O que ele não faria com sua Sakura.
Sasuke foi obrigado a tomar aquela providencia.
Conhecia o irmão.
Ele era podre.
Podre de raiva, embebido de uma insanidade ilimitada. Provavelmente o herdou da mãe que há muito Sasuke não tinha notícias. Fora internada e desde então nunca mais ouviu falar. Era natural.
Itachi era louco. Isso! A culpa era dele. Desde que voltou Sakura não dormia em paz. Tinha medo de passar perto de Itachi.
Sasuke a presenteou dessa forma. Limpou a podridão do irmão dando uma morte honrosa a ele. Em chamas.
__ Sasuke!!!! – Ouviu os gritos do irmão – SASUKE!!! – Observou o olhar rubro do irmão ante as chamas.
Era inevitável sorrir. Era uma obra linda. Ele contemplava a pureza do irmão nascendo de cada lágrima evaporada.
Em breve ele não teria mais canais lacrimais.

__ Alô?! – Sakura perguntou desesperada na linha. Olhando para trás volta e meia.
__ Senhorita? – A voz atendeu preocupada.
__ É da delegacia de Konoha? – Perguntou aflita.
__ Sim, algum problema? – A voz perguntou agora mais calma.
__ Er... Eu... Solicito a presença de uma viatura para deter meu marido. – Ela tentava manter-se calma, mas chorava.
__ O que há, senhorita, já rastreamos a ligação e as viaturas mais próximas dirigem-se para sua residência.
__ Tragam uma ambulância... Ele... Ele está sendo queimado vivo...! – Sakura chorou.




__ Era um presente. Só isso. Ele era podre. Você não merecia encará-lo todos os dias. Fiz isso por você, por que não está feliz? – Perguntei.
__ Ele era seu irmão! – Ela indignou-se.
__ E te fazia mal. – Falei, ela pareceu ficar sem jeito, continuei – Você não dormia mais bem, revirava na cama mas não ia mais na cozinha às duas da madrugada pra tomar aquela agüinha gelada da garrafa, não chegava mais tarde em casa sábado, não ficava em casa quando eu saia. Ele a incomodava. E não tinha planos de se mudar. Fiz por você. Ele era um canalha, certo? Você não o perdoou. Somos um só. Por que eu tinha que perdoá-lo e mantê-lo ali se ele fazia mal à melhor parte de mim, você? – Questionei.
__ Sasuke... – Ela começou, mas não sabia o que dizer. Seus olhos pareciam arrependidos, ou surpresos.
__ Aqui, a caneta. – Ouvi o advogado.
Virei para ele, peguei a caneta que ele deixou na mesa e terminei de assinar meu nome.
__ É isso mesmo que você quer? – Perguntei.
__ Não sei... – Ela pôs as mãos no rosto. Começou a chorar – Por que matou ele, Sasuke? Por quê? – Ela debruçou-se sobre a mesa. O advogado ameaçou consolá-la. Pôs as mãos nas costas dela e me encarou aparentemente irritado.
Que ousadia era aquela?
Quem dava direito a ele de consolar MINHA mulher?
Estreitei os olhos.
Tire as mãos de minha mulher. Tire as mãos dela.
Apertei a caneta. Era minha mulher. Minha!
__ Sakura... – Chamei.
Ela ergueu a cabeça.
__ Eu te amo. E você é minha. – Falei firmemente.
Avancei por cima da mesa os policiais seguraram minha perna. Consegui o que queria.
Finquei a caneta em seu pescoço junto com dois de meus dedos. O mindinho e o anelar. Puxei então com força e consegui um pouco do seu sangue e um pedaço pequeno de sua pele, mas escorregou por causa do sangue e ficou pendurado no pescoço.
Os policiais me prenderam, outros entraram e forneceram assistência a ela que agonizava no chão e me olhava em desespero.
Olhei em volta vagamente, o advogada assistia tudo de lado, horrorizado. Sorri e voltei meus olhos à Sakura.
Por que desistiu? Que atitude podre!
Meu irmão agora queima no inferno. Daqui a pouco sou eu, eu vou vê-la de novo e passaremos a eternidade juntos. Ninguém vai tirar minha mulher de mim, nem mesmo ela. Vamos viver eu, ela e meu filho. Nosso filho.
Juntos...
O cheiro forte de sangue me deixava louco.
Era o sangue dela.
Jorrou em mim.
Passei a língua entre os lábios fechando os olhos em deleite.
Salgado... Com um cheiro doce de mulher.

Ela morreu, e em breve seria eu. Eu tomaria pena de morte, mas não queria esperar.
Quando tive a chance, comprei uma briga com os valentões do corredor inóspto. Agora eu era a obra. A obra de um amador.