Vim aqui agora apenas para fazer uma pequena dedicatória... Depois deste post volto a escrever as histórias em geral...
Acho que quando essa pessoa ler, saberá que é para si. Não vou citar nomes a principio. não vou divulgar nem vou falar nada que indique que essa pessoa é essa pessoa...
Vejamos...
Gosto do seu jeito de agir... Sua determinação, sua meiguisse dentro de toda a sua personalidade, sua atitude...
Sabe... depois do que houve, tive um estalo. Me senti feliz por ser alguém significativa pra você... E mais ainda quando exibiu sua sinceridade a mim, me contando um grande segredo seu. Em troca, lhe dei meu maior segredo...
Obrigada... Eu sei que essa parece ser um a dedicatória pequena. Mas é de coração... As ideias não fluem essa hora... Depois edito esse mesmo post e te mando algo descente... Quando editar, ponho seu nominho aqui.
Amo de verdade essa sua ideologia de vida, e amo mais ainda seu jeito 'safis' de agir.
Podemos não ser as pessoas que mais se falam na vida... Podemos ser diferentes... antagônicas uma à outra... Podemos morar longe uma da outra... Mas você, pessoa, é importante aí... Minha melhor amiga.
Te amo... De verdade... Obrigado por existir, obrigada por estar comigo, e obrigada por me aguentar...!
Pode alimentar meus peixes? Tenho estado sem tempo. É só clicar, eles seguem a seta ♥
Quem sou eu
- rosett: A Albina
- Putz... Olha pra QUEM você pergunta... Mas, se for pra dizer quem eu sou eu digo... Reticências. Reflita. Me leia. Reflita...
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Desabafo
Estive pensando... Estou sentada nesta tarde quente de sabado digitando isso direto no 'Editar HTML' e tals... Meu pai está atendendo a um cliente e eu estou no msn dele conversando com o sócio dele... Os caras não folgam... Relaxar é algo inexistente em seus vocábulos... Eu lamento por essas pessoas que correm incessantemente atrás de um futuro melhor e esquecem completamente suas fámilias ou suas vidas... Não existe nada além do dinheiro que precisam conseguir para dar uma estabilida à familia... Eu, como filha... Não quero apenas dinheiro... Quero atenção... Mas o trabalho do meu pai está me roubando isso. Bem como os filhos do sócio dele, estão com ciumes do trabalho. Escutando eles falando de trabalho e o quanto vão ganhar... Só escuto os investimentos, e investimentos, e ideias novas para o trabalho e saída...
Meus pais estão se separando... Não vão voltar... E o que acabou não foi por causa do trabalho... Foi culpa dos dois... As vezes acho que se meu pai esquecesse um pouco a vida dele, assim... Só um pouco o trabalho... A gente ainda estariamos todos juntos... Seria divertido como antigamente... Ter os sabados só de conversas e pizza... Ter os domingos de almoço em família... Daqui a cerca de dez anos ele acha que estará perfeito... Ganhando tanto quando politico... Mas... Daqui a dez anos... O importante... Que dizer, o inicio pela qual o meu pai tanto trabalhou... Já se teria perdido... Bom... Nunca acreditei em família... Nem em amor mas... Sei lá... As vezes queria que tudo voltasse... Mas desse jeito foi melhor... Apesar de tudo isso, eu me tornei mais unida com minha mãe... E tive a oportunidade de escutar mais meu pai, pois é pra mim que ele desabafa... Apesar de parece bizarro... Eu já me costumei, e é melhor do jeito que está... Sinto saudade da 'família'... Mas se eles tivesse continuado juntos, seria muita briga... Detestei em cada segundo de minha vida, aqueles momentos em que fui a platéia... a testemunha de plavras vulgares e ameaças violentas... Não foi legal... Cada um foi pro seu lado e eu as vezes me sentia culpada de alguma forma... Mas beleza... Esse não é o foco... O foco é que onde meu pai está, ele mal pensa na vida dele... Talvez até tenha seguido com a vida pessoal dele, mas provavelmente irá errar feio novamente, por não dar atenção à nova azarada... Não quero que ele falhe de novo... Bem como não quero que minha falhe de novo... Quero-a como boa esposa, e quero-o como bom marido...
Tenho trauma de casamento... Morro de medo de acabar como eles... Ser uma péssima esposa que é trocada pelo trabalho, por clientes... Por dinheiro... Tenho muito medo...
Queria que ele relaxasse, vivesse um dia bom... deixasse o extresse de lado... As vezes acho que ele morrerá por estress... E isso me dá medo... As vezes acho que minha mãe morrerá louca e nem ao menos se lembrará disso... Dadas as situações atuais...
Lamento tanta coisa por eles... Não quero cometer esses erros, por isso aprendo muito com eles... Não casarei, assim não serei uma esposa ruim... E se por um acaso vier a ter filhos (?), eu pretendo ensinar que a família é mais importante que tudo... mais que o dinheiro... é a família que está com você o tempo todo... incluindo numa possivel falência... O dinheiro não.
Meus pais estão se separando... Não vão voltar... E o que acabou não foi por causa do trabalho... Foi culpa dos dois... As vezes acho que se meu pai esquecesse um pouco a vida dele, assim... Só um pouco o trabalho... A gente ainda estariamos todos juntos... Seria divertido como antigamente... Ter os sabados só de conversas e pizza... Ter os domingos de almoço em família... Daqui a cerca de dez anos ele acha que estará perfeito... Ganhando tanto quando politico... Mas... Daqui a dez anos... O importante... Que dizer, o inicio pela qual o meu pai tanto trabalhou... Já se teria perdido... Bom... Nunca acreditei em família... Nem em amor mas... Sei lá... As vezes queria que tudo voltasse... Mas desse jeito foi melhor... Apesar de tudo isso, eu me tornei mais unida com minha mãe... E tive a oportunidade de escutar mais meu pai, pois é pra mim que ele desabafa... Apesar de parece bizarro... Eu já me costumei, e é melhor do jeito que está... Sinto saudade da 'família'... Mas se eles tivesse continuado juntos, seria muita briga... Detestei em cada segundo de minha vida, aqueles momentos em que fui a platéia... a testemunha de plavras vulgares e ameaças violentas... Não foi legal... Cada um foi pro seu lado e eu as vezes me sentia culpada de alguma forma... Mas beleza... Esse não é o foco... O foco é que onde meu pai está, ele mal pensa na vida dele... Talvez até tenha seguido com a vida pessoal dele, mas provavelmente irá errar feio novamente, por não dar atenção à nova azarada... Não quero que ele falhe de novo... Bem como não quero que minha falhe de novo... Quero-a como boa esposa, e quero-o como bom marido...
Tenho trauma de casamento... Morro de medo de acabar como eles... Ser uma péssima esposa que é trocada pelo trabalho, por clientes... Por dinheiro... Tenho muito medo...
Queria que ele relaxasse, vivesse um dia bom... deixasse o extresse de lado... As vezes acho que ele morrerá por estress... E isso me dá medo... As vezes acho que minha mãe morrerá louca e nem ao menos se lembrará disso... Dadas as situações atuais...
Lamento tanta coisa por eles... Não quero cometer esses erros, por isso aprendo muito com eles... Não casarei, assim não serei uma esposa ruim... E se por um acaso vier a ter filhos (?), eu pretendo ensinar que a família é mais importante que tudo... mais que o dinheiro... é a família que está com você o tempo todo... incluindo numa possivel falência... O dinheiro não.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Alfabeto
A de inicio, A de afagos... A de um suspiro abafado...
B da suavidade de uma boca, B de um pedido... B de um beijo afinal...
C do calor, C de carinhos... C das carícias...
D de desejo, D de dos dedos que tanto se entrelaçam, D da degustação...
E de energético, E de excitação... E de um novo suspiro.
F de força, F de fogo... F de um novo pedido...
G de gracejos, G de um ponto, G de gostoso... G de um gemido.
H do momento, H do real, H de um selo rompido.
I de inocente, I de insano... I de insaciável...
J de um desafio... J de um delicioso jogo...
L de lânguido, L de libidinoso... L de luxuria.
M de habilidade, M da velocidade das mãos... M de do mais doce gemido.
N de um barulho, N de negação... N da noite que não acaba...
O de ofegantes, O de orgasmo... O de outra vez...
P de pedidos, P de pecado... P de profano.
Q de quente... Q de loucura... Q de um gemido surdo...
R de um ronrono, R de loucura... R do rouco...
S de suspiro, S de sussurro, S de sexo... S de selvagem...
T de toque, T de tudo de novo uma terceira vez...
U de um delírio uivante... U dos mais sinceros dos urros..
V de voz, V de velocidade... V de volúpia...
X de silêncio, X da xícara do café da manhã... X de uma nova noite marcada.
Z do confuso, Z do reinicio... Z do zumbido surdo que ecoa nas mentes que lembrar-lhe-ão eternamente da magia desse alfabeto...
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Cena Avulsa
De forma simples. Ele amava ela. E estava decidido a se declarar a ela. A amava desde que a conhecia... E com o tempo esse amor apenas evoluiu de forma desenfreada tornando-se exatamente o que era: Uma amor surreal.
Era aquela noite. Ele deixou de sair com os amigos apenas para falar com ela. Queria falar com ela, não aguentava mais esperar.
Entretanto a ansiedade o possuía, era complicado ir para caso logo depois da aula... Que palavras utilizar? Pensou naquilo por anos, e ainda tinha duvidas quanto a tudo. Mas... Se ela aceitasse... Seria bom? Claro que seria... Mas e se ela recusasse? E se ela desse um toco nele? como seria dali em diante?
Finalmente, após enrolar tanto quanto conseguiu, dirigiu-se à sua casa. Sorria nervoso pelas ruas desertas... Quem foi que lhe indicou que a noite era um horário melhor?
Abriu a porta de casa ainda nervoso e trêmulo. Dava passos suaves. Não queria acordar os pais.
Subiu lentamente, evitando o rangido das escadas de madeiras, e abriu a porta de seu quarto.
Largou suas coisas num canto e fez uma produção especial. Usou seu melhor perfume, deixou seu cabelo apresentável. Fez questão de lavá-lo com um shampoo especial e ao final secar com o secador. Seu cabelo estava macio... Talvez aquilo fosse coisa de moça, mas que era bom o resultado, isso era...
Ao termino de sua produção física, dedicou-se às roupas.
Uma camisa pólo preta, uma calsa jeans escura e um AllStar com aparência conservada.
Sorriu satisfeito ao belo jovem no espelho.
Saiu de seu quarto e notou que a porta do quarto dos pais estava aberta.
Deu uma espiada rápida.
Nossa! A sorte estava ao seu lado! Seus pais não estavam em casa... Era só...
Que barulho era aquele?
Vinha do quarto da irmã...
Ele foi a passos suaves. Então ficou escutando pela porta entreaberta. Era difícil ver algo com apenas aquela fresta.
Escutava sussurros... Sussurros e gemidos... Gemidos?
Ele abriu a porta com violência, fazendo-a escancarar-se.
-TEMARI!!! - Ele berrou contra sua amada irmã.
Esta o olhou assustada, secando o rosto daquele liquido viscoso e alvo.
-G...Gaara? - Ela chamou sem entender... Ele não estaria na casa de uns amigos?
-O QUE ESTÁ ACONTECENDO??? - Ele perguntou em alto e bom tom, usando sua voz para descontar a raiva... Por que se usasse os punhos...
-Eu... - A jovem loira, de cabelo e rosto molhado daquele liquido alvo e viscoso, tentou falar.
-Temari... Tudo bem? - Um jovem alto de cabelos negros ajoelhou-se ao lado dela na cama e a abraçou de forma protetora encarando o irmão de sua namorada.
-Tu...Tudo, eu acho... - Ela respondeu encolhida no peitoril do rapaz.
Este, por sua vez, encarava fixamente o ruivo.
-Sai desta casa... - Gaara falou em voz baixa enquanto tentava intimidar o moreno com apenas o olhar.
E conseguia, já que lentamente o moreno obedeceu. Levantou-se e vestiu, sem pudor algum, suas roupas.
Olhou para sua namorada uma última vez e saiu.
Gaara encarou-o nos olhos até que ele saísse, então encarou sua ira, coberta apenas por um lençol. Ela manteve-se quieta o tempo todo, sabia de seu erro... Mas o que fazer se a vontade de ficar perto de Shikamaru era grande?
Gaara fechou a porta do quarto após ouvir a da frente de casa sendo fechada. Aproximou-se da cama da cama e ficou encarando a irmão.
-Você o ama? - Ele perguntou fixamente.
-Amo. - Ela respondeu com a certeza de quem vai a guerra.
-Mais que a mim? - Ele pareceu frustrado.
-Não! - Ela respondeu rapidamente - Gaara, você é meu irmão... E ele meu namorado... É um amor diferente... Não tem como medir os dois... - A loira respondeu compreensiva.
-Então... Se eu disser que eu te amo, não fará diferença? - Ele desviou o olhar.
-Claro que fará! Eu também te amo Gaara! - O ruivo a olhou surpreso. Era bom de mais para que simplesmente pudesse acreditar.
-Verdade...? - Ele ainda estava surpreso.
-Claro! Amo você e o Kankurou! Jamais vou deixar de amá-los... - A loira sorriu gentilmente.
Gaara suspirou. Olhou a irmã nos olhos e concluiu que ela não o amava... Então ele a tomaria a força.
Foram cinco segundos.
No primeiro Gaara deu o primeiro impulso, mas falhou por falta de coragem.
No segundo, deu outro impulso, mas falhou novamente, mas Temari percebeu.
No terceiro, ele conseguiu ir em frente com a investida.
No quarto, Temari ainda processava o fato de estar em beixo de Gaara com apenas um lençol de distancia.
No quinto, seus pensamentos foram bloqueados por um beijo suga tudo e um berro estrondoso.
-O QUE É ISSO?!? - Alguém gritou da porta.
Gaara olhou confuso e Temari olhou com receio.
-P...Pai... Não é o que parece....
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